#OPINIÃO: Flexibilidade Moral e Ética. Onde elas se encontram?



A partir da dita “flexibilidade moral” pode-se matar, roubar, denegrir, desde que o resultado dessas ações seja para o bem. Engraçado, não? Claro que não, infelizmente muitas pessoas se deixam levar pelo que pode ser chamado de simpatia ou oportunismo, agem de acordo a moral quando lhes convém, infelizmente, o resultado “bom” dito anteriormente pode ser traduzido como “lucro”.
A pessoa que se diz moral deveria pôr em prática aquilo que é visto pela ética. A ética da medicina diz que os médicos devem lutar para salvar a vida de quem quer que seja, mas alguns visam fins lucrativos e negam esse direito. Agiram moralmente? Óbvio que não, visaram o lucro, o oportunismo, aí está a “flexibilidade moral”. Muitas pessoas se deixam influenciar por aquilo que as traz benefícios, sem se importar com o certo ou errado.
Peguemos o trabalho de um advogado para entendermos melhor. Em dadas ocasiões ele precisa defender criminosos perigosos, cumprindo o que existe na legislação: “todo acusado tem direito a defesa”, porém se ele souber que o acusado é sim culpado ele deve trabalhar tentando suavizar a pena, essa é a sua obrigação, agora, se ele souber a verdade, mas mesmo assim tentar provar o contrário já está denegrindo a moral, é correto mentir perante o tribunal? Por certo esse advogado terá algum benefício, olha a flexibilidade aí.

Flexibilidade moral e ética não se encontram em lugar nenhum, pois a última não aceita meio termo, é sim sim, não não. A prática da ética deve ser correta, sem regalias, sem interesses, deve saber separar o certo do errado, sem levar em conta simpatias e/ou oportunismos.

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